Dilma no twitter mais uma vez!

Pelo jeito a campanha da Dilma na Internet deu certo -vocês devem estar se perguntando: "Mas você não é Serra?"- Sim, claro que sou! Desta vez, Dilma ficou praticamente 2 dias nos TT do Twitter (assuntos mais comentados), mas por uma justa causa. Na entrevista que concedeu ao JN (Rede Globo) Dilma Roussef iniciou a sua fala dizendo que se sentia preparada para governar e que conhecia o Brasil de ponta a ponta, bom, até ai tudo bem, mas quando questionada sobre as obras de saneamento Dilma disse que a baixada santista ficava no Rio de Janeiro, no Twitter o "Cala a boca Dilma" virou hit, um dos assuntos mais comentados do microblog.


Na ponta do lápis.








Depois do debate na BAND nada melhor que a participação de Dilma no JN para demonstrar que a candidata, realmente, não está preparada para governar o país. Quem viu, mais tarde no Jornal das Dez (GloboNews) a ex-ministra estava nitidamente perdida diante das perguntas técnicas dos jornalistas, ela chegou a trocar nomes, não respondia algumas indagações e fazia questão de sempre falar sobre o Lula. Eu fico imaginando o peso na consciência da ministra Dilma se ela ser eleita presidente, sem antes governar nada e sem nenhum voto! A candidata fantasma do PT quanto nas entrevistas quanto no debate demonstrou não conhecer a realidade que o país vem enfrentando e como os próprios sociólogos dizem "O lema do PT é ganhar a eleição resolvendo os problemas dos outros governos e não os problemas do Brasil".

O "Cala boca Dilma" ter virado HIT no Twitter não significa apenas uma gafe da candidata Dilma, mas o descontentamento da população em ver uma pessoa com chances reais de presidir o país que não sabe diferenciar baixada santista da baixada fluminense, a população se manifestou de uma forma negativa perante as falas de Dilma, enfim as pessoas estão começando a entender que há uma diferença gigantesca entre Dilma e Lula.

O que eu espero da nossa população é que ela pesquise sobre os candidatos, se informe, para assim decidir no dia 3 de Outubro o melhor candidato para ser presidente do nosso país!


Serra é de origem pobre e não utiliza um "Dilmamóvel" para ficar longe do povo!


Acima, José Serra em Heliópolis, uma das maiores favelas de São Paulo!


José Serra é filho único de Francesco Serra e Serafina Chirico Serra, já falecidos. O parto foi na casa da avó, em São Paulo, na Mooca. O bairro operário era, na época, endereço de nordestinos e imigrantes italianos e espanhóis pobres, que vinham tentar a vida no Brasil.

Serra nasceu numa quinta-feira, 19 de março de 1942, ano em que o Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial. Tempos difíceis para quem tinha parentes do outro lado do mundo, como a família Serra. Bom aluno, mimado pela família, o menino Zé teve uma infância sem luxos, na casa de vila, alugada pelos pais.

Lá ele cresceu, ouvindo música sertaneja no Mercado Municipal – onde o pai trabalhava – e muito forró nas cantorias dos vizinhos. Gostava de futebol de botão e lia de tudo: gibis, os volumes que o Clube do Livro entregava todo mês e a revista Seleções.

A disciplina do pai trabalhador – 364 dias por ano – e a tenacidade da mãe, marcaram o caráter do jovem José Serra. Ele ajudava ‘Seu’ Francesco a vender frutas no Mercado Municipal, depois da escola. Garante que aprendeu a escolher o abacaxi mais doce só de pegar na mão, sem luva e sem se espetar.

O trabalho não impedia o menino de brincar, ler muito e ir bem na escola. Serra entrou no ginásio sem passar pelo cursinho de admissão, o sistema da época. Chegou a estudar dois anos em colégio particular. Mas pesou no orçamento familiar, de dinheiro contado, e ele voltou à escola pública: o Ginásio Firmino de Proença. Colégio misto, novidade que iria render ao aluno conversador muita nota vermelha em comportamento.

E enquanto Serra faz corpo a corpo com os moradores da favela heliópolis, a adversária visita uma favela no Rio, mas, fica longe da população, em cima de uma palanque, cercado por grades!





José Serra é gente da nossa gente como a gente e irá governar para todos e não para a "companheirada". Com Serra o Brasil pode mais!

Proposta Serra. O nosso presidente tem que ter planos pelo Brasil.


O objetivo do nosso blog, é mostrar o porque o Brasil pode mais com Serra presidente e para isso temos que mostrar porque votar em José Serra

Toda Segunda-Feira apresentaremos uma proposta de Serra pelo nosso país. Hoje, o tema será...



Água





Preocupação de Serra com a água resultou em inúmeras iniciativas no Ministério do Planejamento, na prefeitura e no governo do estado

Ações de Serra no Ministério do Planejamento

PROÁGUA SEMI-ÁRIDO - O Programa de Desenvolvimento Sustentável de Recursos Hídricos para o Semi-árido Brasileiro – PROÁGUA/Semi-árido foi financiado por meio de Acordo de Empréstimo com o Banco Mundial e co-financiado pelo Japan Bank for International Cooperation. Foram formalizados Acordos de Projeto com os diversos estados beneficiários: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

O PROÁGUA/Semi-árido teve por objetivo geral garantir a ampliação da oferta de água de boa qualidade para o semi-árido brasileiro, com a promoção do uso racional desse recurso de tal modo que sua escassez relativa não continuasse a impedir o desenvolvimento na região.


Como governador do Estado de São Paulo José Serra dispensou atenção especial à questão do saneamento e preservação dos recursos hidrícos

Lançado em junho de 2009, o Pacto das Águas mobiliza as prefeituras para que se comprometam com a preservação e conservação dos recursos hídricos bem como sua qualidade e disponibilidade. O programa foi uma resposta do governo de São Paulo à proposta da ONU apresentada durante o V Fórum Mundial da Água. São Paulo é o primeiro estado a assinar o pacto internacional e o recordista mundial em adesões municipais. Já são 597 frente a 71 ao redor do planeta.

Para preservar o manancial Billings, responsável pelo abastecimento de água de milhões de moradores da Região Metropolitana de São Paulo, Serra regulamentou a Lei da Billings. A meta principal é garantir a proteção e a recuperação do manancial, preservando o caráter produtor de água da região. Aprovada em 2009, a lei já conta com fiscalização por meio de fotos de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Foram planejadas 45 obras para implantação de 2.449 km de adutoras, barragens e obras de recuperação de infraestrutura, para benefício de uma população de 5,3 milhões de habitantes. 14 foram concluídas até o final de 2002, completando 1.700 km; as demais estavam em execução ou em fase de contratação.

Diante de problemas como ocupação urbana desordenada e padrões perdulários de consumo da água, acarretando a falta de água para abastecimento em determinadas regiões do Estado, José Serra regulamentou a cobrança do uso da água nas 21 bacias hidrográficas. Os recursos financeiros são investidos nas bacias hidrográficas em que estão sendo arrecadados, beneficiando ações de gestão, controle, fiscalização e recuperação dos recursos hídricos.

O Programa Água Limpa envolve 226 municípios do interior do Estado, com população urbana de até 50 mil habitantes, e destina-se à implantação de sistemas de tratamento de esgotos e obras complementares de coleta.

Novo Datafolha com 10.770 entrevistas.

Uma nova pesquisa sairá na próxima sexta-feira no Jornal Nacional (Rede Globo) e o instituto será o Datafolha, que entrevistará 10.770 (o mais amplo lote de eleitores até agora) e visitará 330 municípios de todos os estados.

Essa será a primeira pesquisa depois do debate eleitoral na BAND, além, de o Datafolha ser um dos institutos menos questionados até agora.

Vamos aguardar!

A dinâmica da campanha e as pesquisas eleitoreiras! Uma breve comparação.

Caros leitores, vou falar um pouco dos institutos de pesquisa, mais especificamente, compararei números do Datafolha e do IBOPE e mostrarei como uma pesquisa pode influenciar na dinâmica da campanha.

Pesquisas eleitoreiras, são aquelas feitas por institutos que visam apenas o lucro e para isso eles fazem tudo, desde a menor manipulação, até construir uma pesquisa totalmente nova e falsa.

Sobre o Datafolha, até agora foi o instituto que mais entrevistou pessoas, cerca de 10 Mil eleitores foram ouvidos e os números são estes:

No primeiro turno há um empate técnico José Serra com 37% e Dilma Roussef com 36%. No segundo turno Dilma tem 46% e Serra 45%.

No IBOPE, que ouviu apenas 2 Mil pessoas, o resultado é o seguinte:

No primeiro turno, Dilma Roussef tem 39% contra 34% de José Serra. No segundo turno Dilma tem 46% e Serra 40%.

Vamos as comparações por região:

Sudeste:

Datafolha, região Sudeste: Entrevistados - 5 Mil eleitores.
Serra: 40%. Dilma: 33%

IBOPE, região Sudeste: Entrevistados - 1 Mil eleitores.
Serra: 35%. Dilma: 37%

*Observem, que na região sudeste, o IBOPE coloca Dilma à frente de Serra, mesmo com um número bem menor de entrevistados. Mas você se pergunta: Porque isso aconteceu? Simples, porque o IBOPE visitou mais cidades governadas pelo PT e aliados do que as governadas pelo PSDB; Vejam:

Prefeituras do PSDB na região sudeste: 383
Prefeituras do PT na região sudeste: 187

O IBOPE visitou 74 cidades na região sudeste, 54 são favoráveis a Dilma, enquanto apenas 20 são favoráveis a Serra e tinha que ser ao contrário, afinal, o PSBD tem mais prefeituras que o PT.


Sul:

Datafolha, região Sul: Entrevistados - 2 Mil e 500 eleitores.
Serra: 45%. Dilma: 32%

IBOPE, região Sul: Entrevistados - 380 eleitores.
Serra: 46%. Dilma: 31%

*Observem que os dados do IBOPE, agora, são quase idênticos ao do Datafolha, mas porque o IBOPE se assemelha tanto ao Datafolha na região Sul e também não se assemelha na região sudeste? Vamos aos dados:

Prefeituras do PSDB na região Sul: 94
Prefeituras do PT na região Sul: 126

O IBOPE visitou 28 cidades no Sul, apenas 2 é favorável a Serra, mas 26 são favoráveis a Dilma.


Nordeste:

Datafolha, região nordeste: Entrevistados - 2 Mil e 600 eleitores.
Serra: 29%. Dilma: 41%

IBOPE, região nordeste: Entrevistados - 660 eleitores.
Serra: 25%. Dilma: 49%

*Observem, que mesmo com uma amostragem menor que o Datafolha, Dilma subiu muito na pesquisa IBOPE, vamos aos dados:

Prefeituras do PSDB na região nordeste: 196
Prefeituras do PT na região nordeste: 135

O IBOPE visitou 47 cidades na região nordeste, 33 comandadas pelo PT e apenas 12 pelo PSDB, quando deveria ser ao contrário, pois o PSDB tem mais prefeituras na região que o PT.


Norte e Centro-Oeste:

Datafolha na região norte e centro-oeste: Entrevistados - 1 Mil eleitores.
Serra: 29%. Dilma: 40%

IBOPE na região norte e centro-oeste: Entrevistados - 365 eleitores.
Serra: 33%. Dilma: 40%

*Observem que Dilma não subiu, o IBOPE concordou com o Datafolha nessa região, mas, mesmo sem nenhum outro candidato ter caído, Serra, estranhamente sobe 4 pontos percentuais, vamos aos dados:

Prefeituras do PSDB na região centro-oeste e norte: 112
Prefeituras do PT na região centro-oeste e norte: 102

O IBOPE visitou 25 cidades na região, dentre elas, 22 são favoráveis a Dilma e apenas 3 ao Serra.


Concluindo:

Em 171 cidades visitadas pelo IBOPE, 134 são comandadas pelo PT e portanto favoráveis a Dilma, enquanto 34 são favoráveis a Serra.

***Os dados que foram apresentados, estão divulgados no próprio site do IBOPE e do Datafolha, podem ser encontrados clicando em "Relatório completo da pesquisa".

E, porque uma pesquisa influencia na dinâmica da campanha? Simples, o PT sabe muito bem que existem eleitores que votam em quem estiver na frente das pesquisas, bom, então, o partido negocia com institutos para que eles manipulem dados para a Dilma e isso, infelizmente foi conseguido por eles, basta agora, vocês eleitores, analisar as pesquisas e ver se você vai confiar nelas, lembre-se: Não vote em quem estiver na frente! Pesquisas, raramente não são manipuladas!


Por: Rafa Serra

Os melhores momentos do Debate na BAND.

Queridos eleitores e leitores, no primeiro debate entre os candidatos a presidência da república, Dilma Roussef deu um show de gaguejos e incompetência, bom, vou parar de falar é melhor vocês verem com os próprios olhos e tirarem as próprias conclusões:





Analise os candidatos, pesquise o seu passado, vote consiênte! Serra presidente.

O trabalho de Serra à frente do governo de São Paulo




Já conhecemos o trabalho de Serra pelo Brasil quando secretário da economia e planejamento, deputado, ministro da saúde e planejameto e prefeito de São Paulo, conheceremos agora um pouco do trabalho de José Serra enquanto governador de São Paulo, o estado mais populoso e rico do Brasil.


Eleito em primeiro turno em 1º de outubro de 2006, com mais de 12 milhões votos, José Serra assumiu o governo de São Paulo comprometido com a inovação. O governo Serra se destacou pela prioridade dada ao meio ambiente, ao salto de qualidade na saúde, à expansão da educação profissional, ao investimento inédito na cultura e ao ambicioso plano de melhoria de transportes.


Veja agora, por tema, as realizações de Serra durante sua gestão:


Saúde

Serra instalou em todo o estado uma rede de Ambulatórios Médicos de Especialidades – AMEs. O paciente realiza consultas com médicos de diferentes especialidades e faz os exames na mesma hora. Em três anos e três meses, foram entregues 25 AMEs. Até o fim de 2010 serão mais 15, atingindo a meta traçada no início do governo.

A saúde em São Paulo também melhorou com dez novos hospitais. Um dedicado ao câncer é o maior da América Latina.

A rede de reabilitação Lucy Montoro atende a 4 milhões de portadores de deficiências.

Serra ativou no estado os mutirões do coração e de mamografia que havia promovido no Ministério da Saúde.

O estado bateu recorde em transplantes. Acabou a fila de gente à espera de uma córnea. Agora São Paulo ajuda nos transplantes de outros estados.

Com ajuda da tecnologia, o resultado dos exames de imagem sai em até uma hora.

Serra já entregou uma fábrica de vacinas e outra de medicamentos.

Manteve sua batalha contra o cigarro, aprovando uma lei que proíbe o fumo em locais fechado: um exemplo seguido em outros estados. Quem trabalha em bar e restaurante ganhou mais saúde. E a população aprovou a medida.

Aumentou o programa de remédios de graça. Já são 67 tipos de remédios fornecidos pelo Dose Certa.

A parceria do estado com prefeituras está melhorando a prevenção da dengue.

A mortalidade infantil caiu.

Existem programas especiais para a saúde do idoso.


Educação

Na educação básica, além de premiar por mérito as equipes escolares mais comprometidas com a aprendizagem, Serra investiu na construção e manutenção da rede de escolas estaduais, bem equipadas. Foi quase um bilhão em obras, criando 30 mil empregos.

Quase todas as cinco mil escolas têm computador e Internet. E fornecem livros e material de primeira para o aluno levar para casa.

Serra se propôs a garantir maior qualificação profissional para a juventude paulista e, ao mesmo tempo, atender a demanda dos empreendedores e do mercado de trabalho, investindo no desenvolvimento regional e do país.

Superou as próprias metas: criou mais 213 escolas técnicas e 49 faculdades de tecnologia, o dobro do início da gestão. No total, 220 mil alunos, também o dobro de vagas, em menos de quatro anos. Ensino de graça e de qualidade, para os jovens da capital e do interior conquistarem um bom emprego.


Trabalho

São Paulo tem o maior salário mínimo do país – piso de R$ 560,00 – e conta com uma super agência de empregos, que funciona pela Internet. Sem pagar nada, as empresas cadastram as vagas no Emprega São Paulo. Em geral são 20 mil oportunidades por mês. De pedreiro, carpinteiro, corretor, tudo quanto é profissão, na maioria das cidades. Quem procura trabalho, também se inscreve pelo computador. Ou vai a um posto de atendimento do trabalhador.


Cultura

A cultura nunca recebeu tantos recursos e atenção. Foi o orçamento que mais cresceu no governo de São Paulo.

Serra reformou museus e criou bibliotecas públicas modernas. A Biblioteca São Paulo, no Parque da Juventude tem jogos, CD e DVD.

A Virada Cultural agora chega ao interior de São Paulo. Este ano, com 700 apresentações de música, teatro e dança em 29 cidades para um milhão e meio de pessoas.

Para quem quer ser artista, há as escola de Circo, de Dança e de Teatro, de graça. Além das Fábricas de Cultura, para a juventude da periferia.


Meio Ambiente

Serra apostou na radicalização da política ambiental de São Paulo e adotou uma agenda comprometida com o desenvolvimento sustentável.

Com um investimento recorde de R$ 65 bilhões, o estado vem priorizando o saneamento e a política ambiental. As obras garantem água tratada, rios despoluídos, praias limpas, mais parques, ciclovias e saúde.

Uma lei estadual pioneira é voltada para a redução em 20% das emissões de gases do efeito estufa.


Transportes


O investimento em transportes atingiu R$ 21 bilhões, incluindo a conclusão do trecho sul do Rodoanel e a Nova Marginal, que desafogaram o trânsito da região metropolitana.

As dez melhores estradas do Brasil estão em São Paulo, porque Serra e seus antecessores investiram o dinheiro das concessões de pedágio na segurança e modernização das rodovias. Na maior parte do país as estradas estão esburacadas. Em São Paulo estão bem conservadas e sinalizadas. Resultado: cai o número de acidentes, mortes e feridos; cai o custo do trsansporte rodoviário de carga e de passageiros.

Com novos trens, novos equipamentos de operação e segurança, reformas nas estações antigas e construção de novas estações, a centenária malha de trens urbanos vai ganhando padrão de qualidade idêntico ao do metrô e se integra cada vez mais e melhor aos outros meios de transporte, por meio do Bilhete Único Integrado e da construção de bicicletários junto às estações.


Austeridade

Os recursos para tantas melhorias vieram de uma política fiscal inovadora: a combinação da redução de impostos de setores que geram mais empregos, com o combate à sonegação, com ajuda do consumidor. A Nota Fiscal Paulista sorteia prêmios e devolve parte da arrecadação. E já entrou na rotina do cidadão.




José Serra já mostrou do que é capaz, tem experiencia e já fez muito pelo nosso país! Com Serra o Brasil pode mais! Serra 45!


Temos que votar em quem já mostrou seu trabalho!



Ao lado, José Serra na maior favela de São Paulo: Hiliópolis.

José Serra já foi secretário do planejamento e economia no governo Montoro, deputado federal duas vezes, senador, ministro do planejamento e saúdeo no governo FHC, prefeito da maior cidade do país e governador do estado mais rico do Brasil, São Paulo.


Já conhecemos o trabalho de Serra, quem não conhece, vai conhecer:


Secretário do planejamento e economia:


Com José Serra à frente da Secretaria de Planejamento, o governo Montoro se destacou pela descentralização administrativa e pela austeridade no uso do dinheiro público. Serra enfrentou seus primeiros desafios como administrador e comandou a recuperação financeira do estado para garantir investimentos em transporte, saúde, educação, meio ambiente e saneamento.

Serra estabeleceu com o governador uma relação de confiança. Adotou práticas democráticas para reverter o déficit público, a desorganização administrativa e a baixa estima dos servidores. Em parceria com João Sayad, da Fazenda, reorganizou as finanças e o orçamento e reativou a área social, especialmente educação e saúde. A retomada da construção do metrô, das hidrelétricas e a hidrovia Tietê-Paraná marcaram um governo realizador.


Deputado federal:
Eleito deputado federal pelo então MDB com 160.868 votos, José Serra foi um dos 559 integrantes da Assembléia Nacional Constituinte.
Serra teve participação ativa como relator dos capítulos de orçamento, tributação e finanças, onde aplicou o que aprendeu em seus estudos de economia na América Latina e nos Estados Unidos. Foi campeão na apresentação de emendas: 208. Articulador competente, ele conseguiu o apoio de diversos partidos e aprovou 130 delas.

O mais importante é que Serra tirou do papel um direito não exercido na prática: o seguro-desemprego para os trabalhadores brasileiros. Ele também foi autor da emenda que determinou a aplicação de 40% do fluxo de recursos do FAT no BNDES, criando a mais importante fonte de financiamento de longo prazo para investimentos no Brasil.

Outras iniciativas relevantes do constituinte José Serra foram o Plano Plurianual de Investimentos, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e o Código de Finanças Públicas, que mais tarde daria origem à Lei de Responsabilidade Fiscal.
Pelo ótimo trabalho como constituinte, em 1990, José Serra foi reeleito deputado com incríveis 340 mil votos.


Ministro do planejamento e saúde:

José Serra foi ministro do Planejamento (1995-1996) e ministro da Saúde (1998-2002) do governo Fernando Henrique Cardoso.

No Planejamento, foi responsável por programas fundamentais para o desenvolvimento da região Nordeste, como o Prodetur e o Proágua. E batalhou dentro do governo pela política que estimulou a expansão e modernização da indústria automobilística no Brasil.
Como ministro, Serra impulsionou mudanças da legislação para modernizar e moralizar a saúde pública no Brasil. É o caso da Lei 9.677/98, que alterou o texto do Código Penal para tornou inafiançáveis os crimes contra a saúde e aumentar para 10 a 15 anos de prisão as penas para quem falsifica ou adultera medicamentos, sujeito ao dobro do tempo em caso de morte.

Serra promoveu uma reforma administrativa e cortou gastos desnecessários nas estruturas estaduais e no sistema de compras para aumentar os recursos de hospitais e postos, especialmente no Norte e Nordeste. Assim conseguiu concluir obras paradas e reequipar centenas de unidades de saúde em todo o Brasil. Combateu a corrupção, colocou em dia os pagamentos do Sistema Único de Saúde e criou uma linha direta com os usuários, por carta e pelo telefone para avaliar a qualidade do atendimento e prevenir fraudes.

Como ministro da saúde, Serra triplicou a distribuição de remédios gratuitos, batalhou para baixar o preço dos remédios: reduziu impostos, brigou pela flexibilização de patentes de medicamentos importados e lançou os genéricos. Um sucesso até hoje.

Ele dobrou os recursos da Pastoral da Criança para a médica Zilda Arns atuar no combate à mortalidade infantil. Também apoiou as Santas Casas e trabalhou em parceria com as ONGs, especialmente na campanha de combate à Aids que virou referência para outros países.

Criou a Bolsa Alimentação para 1,4 milhão de famílias pobres, programa de transferência de renda que seria fundido com outros no atual Bolsa Família.

Multiplicou por três o número de agentes de saúde comunitários e por cinco as equipes do Saúde da Família.

Ampliou o tratamento gratuito de câncer.

Promoveu o maior programa de capacitação de enfermeiros da América Latina, o Profae, e diplomou 225 mil auxiliares de enfermagem em todo o Brasil.

Serra também promoveu mutirões para diagnosticar e operar olhos de diabéticos, hérnia, varizes e próstata. E campanhas para diagnosticar e tratar diabetes e hipertensão.

Duplicou a produção de vacinas brasileiras, expandiu a vacinação gratuita, com fim do sarampo, redução da malária, raiva, tétano, cólera e rubéola e criou o programa de vacinação de idosos que reduziu internações por gripe e mortes.

Teve coragem para contrariar interesses da indústria do fumo, proibindo a propaganda de cigarro e obrigando os maços de cigarro a alertarem para os riscos à saúde dos fumantes.

Aumentou o pagamento pelo parto normal e pela anestesia no SUS, o que reduziu o número de cezarianas. E deu prioridade aos programas de prevenção do câncer.


Prefeito da cidade de São Paulo:

Em 2004, José Serra foi eleito prefeito da cidade de São Paulo no 2º turno com 3,3 milhões de votos, derrotando Marta Suplicy do PT, que deixou a prefeitura em má situação financeira.

Serra conseguiu uma economia de R$ 450 milhões com a renegociação de contratos, diminuiu impostos, acabou com a taxa do lixo. E ampliou o bilhete único, integrando o ônibus ao metrô.

Na educação, Serra criou o programa Ler e Escrever, colocando um auxiliar de ensino nas salas de alfabetização, com capacitação e material de apoio. Passou a visitar as escolas e dar aulas de matemática para os alunos da quarta série, ensinando-os a fazer tabelas e gráficos e estimulando-os a ler jornal.

Serra iniciou a construção e reforma de hospitais, para aumentar a oferta de novos leitos para a população.

Organizou e ampliou a distribuição de medicamentos, implantando o Remédio em Casa, um benefício que, gradualmente, atende pacientes de doenças crônicas.

Criou o programa Mãe Paulistana e as AMAs (Atendimento Médico Ambulatorial), unidades mistas de atendimento e Pronto-Socorro, que beneficiam mais de 300 mil pessoas por mês, de segunda a sábado, doze horas por dia.

Criou a Virada Cultural para aproximar o público das manifestações culturais, promovendo espetáculos gratuitos durante 24 horas em diversos pontos da cidade.

Investiu na limpeza pública, no combate à poluição visual, na urbanização das praças e na recuperação do centro de São Paulo.

José Serra foi um dos prefeitos mais bem avaliados da história de São Paulo.



O Brasil conhece e aprova o trabalho de Serra, ele já fez muito por nossa gente, eu quero um presidente que já fez algo pelo Brasil, experiente, competente que tenha condição para governar nossa nação!

*Em breve volto com um Post especial de Serra à frente do governo de São Paulo.